Os últimos atos da CPI do Circo: a excursão internacional da vergonha



Se alguém previsse que passaríamos por uma pandemia nos anos de 2020 e 2021, ninguém acreditaria. Estes quase dois anos de pandemia foram avassaladores para os cidadãos, que perderam entes queridos para o vírus e a renda para a ditadura do #fiqueemcasa, quanto para o Governo Federal, que se viu diante da gestão de uma crise sanitária totalmente nova e sem tratamento específico.


Passado esse período mais tenebroso e já vislumbrando a luz no fim do túnel, precisamos destacar o trabalho feito pelo Governo Federal. Atualmente, o nosso país é um dos que mais vacinaram no mundo e um dos que mais recuperaram pessoas acometidas pelo vírus. Foram mais de R$ 800 bilhões, entre recursos enviados aos Estados e municípios; ações que beneficiaram diretamente os cidadãos, como o Auxílio Emergencial, e o PRONAMPE, projeto de minha autoria, que garantiu crédito para as micro e pequenas empresas, salvando mais de 10 milhões de empregos.


Diante da grave crise mundial de saúde, o Governo Federal envidou todos esforços possíveis para auxiliar os seus cidadãos a ultrapassarem esse triste período. Contudo, mesmo diante de todo o trabalho feito pelo Governo Federal brasileiro, um grupo pequeno de Senadores articularam ardilosamente a instalação de uma CPI para investigar os atos do Presidente da República no combate à Covid.


Desde o momento de instalação, passando pela eleição da mesa diretora dos trabalhos e a indicação do Relator, tudo fora estritamente pensado para desgastar o Presidente da República, única e exclusivamente com vistas à eleição de 2022. Não foram nem uma ou duas vezes que o relator discursou no plenário da CPI dizendo que o seu trabalho já tinha surtido efeito, pois a popularidade do Presidente da República e do seu Governo estavam colocadas em xeque.


Nunca houve preocupação do Relator e da cúpula da CPI em ir atrás do dinheiro que o governo federal mandou para estados e municípios para o enfrentamento à Covid, mas que foram mal aplicados ou desviado, segundo as dezenas de investigações em curso. Isso passou ao largo nos interesses do relator. A busca sempre foi por algum possível caso de corrupção do Presidente da República, contudo não encontraram um real sequer envolvido em corrupção por parte do chefe do Executivo.


Narrativas atrás de narrativas foram os únicos meios encontrados pela cúpula para tentar incrustar na testa do Presidente da República a pecha de corrupto. Como não conseguiram encontrar nada, passaram a prolatar discursos de ódio manipulando vídeos e testemunhas para tentar dar sentido aos seus discursos antibolsonaristas. Devem ter se guiado pelos Governos anteriores do PT, onde a corrupção reinava absoluta.


Para finalizar agora temos uma comitiva da CPI querendo percorrer o mundo para levar o famigerado relatório, na esperança de encontrar alguém que os leve a sério. A ideia é imputar ao presidente Bolsonaro crimes contra a humanidade, via Tribunal de Haia, na Holanda. E apresentar o relatório de Renan e cia. à Organização Mundial da Saúde, ao Alto Comissariado de Direitos Humanos da ONU e à Comissão Interamericana de Direitos Humanos. Ou seja, vão utilizar recursos públicos para viajar e fazer sua “panfletagem esquerdista”, uma afronta à moralidade pública. A CPI do circo não podia se encerrar definitivamente sem um último ato.


Lembrando que vivemos em uma era digital e a pandemia nos fez evoluir muito rapidamente nessa questão, reuniões de trabalho, audiências públicas e entrevistas jornalísticas: tudo é feito remotamente, mas a entrega do relatório não.


Essa história da excursão ao Tribunal de Haia só reforça o que dissemos durante os seis meses de CPI: armaram um palanque político visando as eleições do ano que vem. Nunca houve preocupação com a vida dos brasileiros. E, agora, fazem uma última tentativa desesperada para garantir os holofotes da mídia por mais um tempo. E, é claro, com recursos públicos.


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